nesse casuístico e cáustico claustro,
se joga no pântano e come plâncton,
vai da superfície ao fundo s/ volta.
ei-la de novo à tona, terna e tenaz,
indiferente, de repente à espreita
de enfrentar, de ir à frente sagaz.
entre os seus lapsos e colapsos,
na vértice da vitalidade versátil,
pode levá-la pra cima ou baixo.
no hiperrealismo do hj, agora
dá-se ao direito, não é capacho,
de praxe puxa a prancheta,ora:
no templo, p/ o tempo, p/ tudo,
convencida da concessão à vida!


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